A educação e a formação ao longo da vida têm-se vindo a afirmar como necessidades fundamentais para a continuidade da aprendizagem e formação, contribuindo, em última instância, para a democratização da educação. Neste sentido, é indispensável assumir-se um espírito renovado que abandone estereótipos do saber como patrimônio exclusivo das instituições de formação e que permita a dinamização de múltiplas hipóteses para a sua construção. Ou seja, o que está subjacente a esta ideia não se reduz apenas à “acreditação profissional de cursos acadêmicos, mas também ao reconhecimento acadêmico de competências profissionais” [Simão, J. V., Santos, S. M., & Costa, A. A. (2002). Ensino superior: uma visão  para a próxima década. Lisboa: Gradiva] & [Ana Luísa Pinto do Souto e Melo. O Impacto do Processo de Bolonha na Formação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. Tese para obtenção do Grau de Doutor Em Educação (3º ciclo de estudos). Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal. outubro de 2012]

            A Carta Magna das Universidades Europeias (1988) alerta para a necessidade de o conhecimento estar acessível a toda a sociedade que o busca, que o deseja, em qualquer fase da vida, e que se deve fazer “um considerável esforço de formação  permanente”. Com a Declaração de Bolonha (1999) [A Declaração de Bolonha (1999) é uma declaração política subscrita por 30 países à época, para o estabelecimento do EEES (Espaço Europeu de Ensino Superior) até 2010], persiste o reconhecimento da importante contribuição do ensino superior para a concretização da aprendizagem ao longo da vida, fazendo-se apelo às estruturas de qualificação que contemplem uma margem  de percursos de aprendizagem tão flexível quanto possível, onde o trabalho do aluno se desenvolva por meio de sessões de ensino de natureza coletiva, sessões de orientação pessoal  (do tipo tutorial), estágios, projetos, estudo e avaliação [Ana Luísa Pinto do Souto e Melo. O Impacto do Processo de Bolonha na Formação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. Tese para obtenção do Grau de Doutor Em Educação (3º ciclo de estudos). Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal. outubro de 2012]

            Percebe-se que entre vários modelos de educação para uma flexível construção do percurso curricular dos alunos, adotadas em muitas universidades da União Europeia, destaca-se a orientação tutorial. Nessa mesma corrente de pensamento, no Brasil, o Programa de Educação Tutorial (PET) busca atingir objetivos em que possam aliar práticas modernas de construção dos saberes ao desenvolvimento da cidadania, cultura e aspectos éticos, morais e humanísticos.

 

 

Rinaldo Viana

Tutor PETVet/Ufra – SESu/MEC

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