O PET foi criado em 1979 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), outrora denominado de Programa Especial de Treinamento. A partir de 1999 o PET foi transferido para a Secretaria de Educação Superior do Ministério de Educação (SESu/MEC). O programa é composto por grupos tutoriais de aprendizagem e busca propiciar aos alunos tutorados, sob orientação de um professor tutor, condições para realização de atividades extracurriculares, que complementem a sua formação acadêmica, oportunizando-os vivenciar experiências não constantes da sua matriz curricular convencional. Destarte, busca-se dar-lhes uma formação global, necessárias tanto para sua inserção no mercado profissional quanto para o seu ingresso em programas de pós-graduação [Ministério da Educação, Secretária de Educação Superior, Programa de Educação Tutorial. Manual de Orientações Básicas, página 4. http://portal.mec.gov.br/pet/manual-de-orientacoes].

       O PET ao desenvolver ações de ensino, pesquisa e extensão de forma articulada, inter, multi e transdisciplinar permite uma formação global, tanto dos alunos tutorados e turorandos, quanto dos demais alunos do curso ao qual o PET se vincula. Ao mesmo tempo a pluralidade de vivências e experiências contribui para minimizar os riscos de uma especialização precoce. No grupo o tutor é responsável pelo planejamento e supervisão das ações e atividades bem como pelo desempenho do grupo sob sua orientação. O PET, portanto, é um programa de longo prazo, que propõe um modelo de indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão [Simão, J. V., Santos, S. M., & Costa, A. A. (2002). Ensino superior: uma visão  para a próxima década. Lisboa: Gradiva] & [Ana Luísa Pinto do Souto e Melo. O Impacto do Processo de Bolonha na Formação de Professores de Educação Visual e Tecnológica. Tese para obtenção do Grau de Doutor Em Educação (3º ciclo de estudos). Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal. outubro de 2012].

        O Programa de Educação Tutorial em Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia (PETVet/Ufra) foi uma iniciativa do Prof. Dr. Rinaldo Batista Viana que idealizou e criou grupo PETVet-Ufra, ao participar e ser aprovado em Edital Público SESu/MEC 05/2009, sendo instituído oficialmente em outubro de 2009. Inicialmente, no primeiro edital de seleção houveram 26 alunos inscritos, sendo selecionados os primeiros cinco petianos do PETVet/Ufra: Francisco de Assis Batista Junior; Raquel Mello Fernández; Rodrigo dos Santos Albuquerque; Damazio Campos de Souza e Caroline Pessoa da Silva. Posteriormente, nos anos de 2010 e 2011 foram selecionados mais nove petianos: Raysa Brenda Marques Maia, Adriano Pereira Leão, Priscila Del Aguila da Silva, Rianne Gomes Falcão, Natália Lopes Soares, Nathaly Cristiane da Silva Monteiro, Henrique Piram do Couto Rocha, Gustavo Lobato Mota e Danielle Cristina Cruz Góes. Deste modo, atualmente o PETVet conta com 16 petianos sendo 12 com bolsistas SESu/MEC e quatro  não-bolsistas. O grupo tem buscado por meio do efeito multiplicador de suas ações contribuir para a boa formação dos acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária da Ufra, destacando principalmente ações como os Colóquios Buiátricos, as Tertúlias da Clínica dos Animais de Companhia, o Simpósio de Medicina Veterinária do Trópico Úmido e os cursos de Educação Continuada e as publicações.

            Como já ocorre anualmente um conjunto de ações são desenvolvidas pelos petianos conjuntamente com o tutor e grupos parceiros. Ao final de cada ano um relatório de atividades é apresentado ao Comitê Local de Acompanhamento e Avaliação/Pró-Reitoria de Ensino-Ufra (CLAA/PROEN) para homologação do respectivos órgãos e envio à SESu/MEC para efeito de avaliação do cumprimento ou não das atividades planejadas com suas respectivas justificativas e considerações. As atividades são apresentadas como um todo não sendo especificadas por ano de ação, pois como já ocorre na atual gestão do PETVet as atividades são todas realizadas ano a ano e ao final de cada ano, aquelas em que não surtiram efeitos esperados são removidas do planejamento e novas são incluídas. O que muda sobretudo é alcance das atividades, visto que com o desenvolvimento e melhoria no desempenho das atividades, buscar-se-á no ano subsequente uma ampliação do público a ser atingindo.

            Assim, apresenta-se um conjunto de atividades, acumuladas ao longo de seis anos de experimentação e desenvolvimento no grupo PETVet que terão continuidade no próximo triênio. Algumas atividades foram excluídas porque os resultados não foram satisfatórios e novas foram adicionadas. O planejamento (Plano de atividades) tem sido ao longo desses anos o instrumento que norteia de um modo geral, nossas ações. Assim, pode-se inferir que o bom funcionamento do Grupo começa com um bem elaborado planejamento.  É dele que se desdobram todas as ações do grupo, bem como o possível acompanhamento pelo CLAA, Pró-reitoria de Ensino/Ufra e pela SESu/MEC. Isso não quer dizer que o planejamento seja estanque. Ao contrário ele é passivo de mudança e construção cotidianas. Atividades planejadas podem não ser executadas e outras novas não constantes do planejamento quando de sua elaboração podem ser inseridas. Todavia, com a existência do plano tudo isso precisa ser justificado, apontando os reais motivos para a não execução das tarefas planejadas. Pode-se dizer que o planejamento é a imagem de cada grupo PET.

            Todas as atividades tem ampla e irrestrita participação do tutor. Mesmo em atividade desenvolvidas em outros setores e/ou grupos de estudo e pesquisa,  ou naquelas atividades individuais, o acompanhamento do aluno dar-se-á constantemente. Nas atividades coletivas o acompanhamento ocorre tanto no desenvolvimento das atividades, visto que o tutor sempre participa destas atividades, como posteriormente nas reuniões semanais dos tutorandos com o tutor. Nas atividades individuais em que somente alguns petianos participam (participação da liga de farmacologia, treinamentos no HOVET, treinamentos em laboratórios...) o acompanhamento ocorre por meio de relatos da participação do petiano nas referidas atividades, em reuniões individuais e em consultas aos professores responsáveis pelas respectivas atividades.  Além disso é feito um acompanhamento minucioso da vida do petiano na Universidade. Não somente do seu desempenho acadêmico, como também de suas ações fora da sala de aula, no convívio com os colegas e demais alunos da Ufra, buscando sempre orientá-los para que ajam com urbanidade e retidão de valores.

 

Rinaldo Viana

PETVet/Ufra – SESu/MEC

XIII CONGRESSO DE CIRURGIA CBCAV E III CONGRESSO INTERNACIONAL DO CBCAV

 Resultado de imagem para cbcav 2018 imagem

XIII Congresso cirurgia do CBCAV acontece de 12 a 15 de setembro em Belém do Pará.

Leia Mais

IX CONERA e XLII SEMAVET 2018

Acontecerá nos dias 10 a 12 de setembro/2018 pela primeira vez IX CONERA e o XLII SEMAVET juntos em Belém - Pará.

Leia Mais 

XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA

 

Resultado de imagem para congresso de anestesiologia veterinaria 2018

XIII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária acontece de 14 a 16 de novembro em Brasília - DF.

Leia Mais